domingo, 13 de março de 2016

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Missão cumprida...CASO PEDRINHO ENCERRADO!!!


CASO PEDRINHO: QUASE 8 ANOS PARA QUE A JUSTIÇA FOSSE FEITA

Descanse em paz, meu pequeno anjo.
JUSTIÇA foi feita, que seu caminho seja sempre repleto de luz e você possa descansar em paz.
Meus sinceros agradecimentos a todos que nesses quase 8 anos ajudaram com emails, protestos, abaixo-assinado, em prol de justiça para o Pedrinho.

O pequeno Pedro Henrique Marques Rodrigues, faleceu aos 5 anos de idade, no dia 12 de junho de 2008, na cidade de Ribeirão Preto, vítima de embolia gordurosa, provocada por uma fratura no pulso, morreu depois de agonizar por 12 horas, conforme os laudos, com 65 hematomas pelo corpo e 2 costelas fraturadas, uma inclusive em fase de cicatrização, o que prova que a criança já vinha sendo espancada e veio ao óbito, vítima de Tortura.

No dia 06 de dezembro de 2012, no TJSP, os Desembargadores, por unanimidade, votaram a favor da decisão da Desembargadora Relatora, Dra. Rachid Vaz de Almeida, que acatou o Recurso do promotor José Roberto Marques, da Comarca de Ribeirão Preto, e determinou a mudança de maus tratos para TORTURA e CONDENOU os réus: Juliano Aparecido Gunello (padrasto) a 10 anos, 10 meses e 10 dias e Kátia Marques ("mãe") a 9 anos, 8 meses e 20 dias, ambos em REGIME FECHADO e não em regime semiaberto como havia decidido, em 2010, o Juiz Sylvio Ribeiro de Souza Neto. Mas até o momento ainda não vimos de fato a Justiça ser feita pelo Pedrinho, os seus algozes continuaram recorrendo e aguardando os infinitos recursos em liberdade e lá se passaram quase 8 anos de IMPUNIDADE, visto que o crime aconteceu em 2008 e até então os responsáveis pela morte do pequeno, apesar de julgados e condenados, não haviam pagado pelo crime cometido!

A Equipe da DIG (Delega­cia de Investigações Gerais) de Ribeirão Preto prendeu na manhã de 19/02/2016 o padrasto, Juliano Gunello sob pedido do Ministério Público Estadual (MPE), am­parado legalmente na nova jurisprudência baseada na decisão proferida na audi­ência plenária da sessão da quarta-feira, 17, do Supre­mo Tribunal Federal (STF) em autorizar a prisão de condenados, em segunda instância. Ele foi condenado por torturar e provocar a morte da criança.
A decisão do Supremo Tribunal Federal promove a mudança para o cumprimen­to da pena, autorizando que ela ocorra antes do trânsito em julgado da condenação, quando não há mais possibilidade de recursos, de fato somente após julgamento na terceira instância.

O mandato de prisão para o padrasto Juliano Gunello, foi expedido pela juíza Caro­lina Gama, da 2ª Vara Crimi­nal de Ribeirão, com base no pedido de execução provisó­ria, requerido pelo promotor José Roberto Marques. Já o mandato de prisão da mãe de Pedrinho, Kátia Marques, também condenada em se­gunda instância pela morte da criança, foi determinado concomitantemente, mas ela ainda não havia sido localizada pelos policiais civis, sendo conside­rada foragida, sendo presa no dia 1º de março, em Ribeirão Preto (SP).
O pedido de prisão do casal foi baseado na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que mudou a jurisprudência sobre a prisão para o cumprimento da pena, autorizando que ela ocorra antes do trânsito em julgado – quando não há mais possibilidade de recursos.

Kátia Marques e o empresário Juliano Gunello foram condenados em segunda instância pela morte do menino. Kátia recebeu sentença de nove anos e oito meses de prisão e Gunello, dez anos e dez meses. Ambos em regime fechado, mas respondiam ao processo em liberdade.
Kátia foi presa em uma casa do Parque Ribeirão, na zona oeste da cidade, após denúncia anônima. Ela era procurada há 11 dias, depois que o promotor do caso, José Roberto Marques, pediu a prisão da mãe de Pedrinho e do padrasto do menino, preso no mesmo dia.

"Ela percebeu pelo vidro da sala e correu até o quarto, eu entrei, perguntei o nome dele e de imediato disse que o nome dela era Kátia e que encontrava-se foragida pela Justiça", disse o cabo da polícia Márcio Flordelis.
Ela foi presa em flagrante e levada para a cadeia de Cajuru (SP) na quarta-feira (2). Na tarde de terça, o advogado de defesa Luiz Carlos Bento, já tinha entrado com pedido de habeas corpus para a soltura do casal.

Para o promotor José Ro­berto Marques “O Tribunal já julgou, fez a reavaliação das provas, manteve a condenação e ainda classificou como tortura seguida de morte, ou seja, acresceram reclusão a pena”, comentou. E esclareceu também que “houve uma condenação em primeira instância de maus-tratos seguidos de morte, recorri e o Tri­bunal de Justiça reclassificou as sentenças”.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

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Sandra Domingues entre os Cem Mais do Prêmio zaP


“Porque há esperança para a árvore, pois mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco, ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como planta nova" (Jó 14: 7 - 9). 

"A cada vitória alcançada ou obstáculo superado, sua lembrança estará presente. Obrigada por fazer parte da nossa história, lutando e trabalhando com Solidariedade em prol do semelhante, da diversidade cultural, da arte e da Paz!" (Elizabeth Misciasci) 

Agradeço mais uma vez a humanista, amiga e jornalista Elizabeth Misciasci​ por todo carinho e reconhecimento.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

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Quando me amei de verdade

Sandra Domingues

Quando me amei de verdade 

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome...Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é...Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de...Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é...Respeito.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama...Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é...Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a...Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é...Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Tudo isso é...Saber viver!

Charles Chaplin

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

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O leite só ferve quando você sai de perto

Sandra Domingues

Escrito por Fabíola Simões

Sobre as expectativas que criamos, esperando que as coisas aconteçam no nosso tempo. A vida - como o leite - não está nem aí pra sua pressa, pro seu momento, pra sua decisão. Por isso você tem que aprender a confiar. A relaxar. A tolerar as demoras. A i.g.n.o.r.a.r…

Em meados dos anos 80, lá em Minas, o costume era comprar leite na porta de casa, trazido pela carroça do leiteiro, que vinha gritando “Ó o lêeeeeite!!!”.
Minha mãe corria porta afora e o leite - fresquinho, gorduroso e integral - era despejado na leiteira para nosso consumo. Porém, era um leite impuro, não pasteurizado, e necessitava ser fervido antes de consumir.

No início, minha mãe tinha um ritual no mínimo interessante para esse evento: Colocava o leite na fervura e saía de perto. Literalmente esquecia. Simplesmente I.g.n.o.r.a.v.a.

É claro que o leite fervia, subia canecão acima e despencava fogão abaixo. Eu era criança, e quando via a conclusão do projeto, gritava: “Mãe!!! O leite ferveu!!! Tá secaaaannndo…” e ela vinha correndo, apavorada, soltando frases do tipo “Seja tudo pelo amor de Deus…” e desandava a limpar o fogão, o canecão, e ver o que sobrou do leite - pra tudo se repetir no dia seguinte, tradicionalmente.

Até hoje não entendo o porquê desta técnica. Parecia combinado, tamanha precisão com que ocorria. Mais tarde, ela mudou de estratégia. Eu já era maiorzinha e podia ficar perto do fogo. Assim, ficava ao lado do fogão, de olho no leite esquentando - pra desligar assim que a espuma subisse, impedindo que transbordasse. Foi assim que aprendi uma grande lição:
O leite só ferve quando você sai de perto.

Não adianta ficar sentada ao lado do fogão, fingir que não está ligando; até pegar um livro pra se distrair. É batata: ele não ferve. Parece existir um radar sinalizador capaz de dotar o leite de perspicácia e estratégia. Porque também não basta se afastar fingindo que não está nem aí. O leite percebe que é só uma estratégia. E só vai ferver (e transbordar) se você esquecer DE FATO.
A vida gosta de surpresas e obedece à “lei do leite que transborda”: Aquilo que você espera acontecer não vai acontecer enquanto você continuar esperando.

Antigamente o sofrimento era ficar em casa aguardando o telefone tocar. Não tocava. Então, pra disfarçar, a gente saía, fingia que não estava nem aí (no fundo estava), até deixava alguém de plantão. Também não tocava. Porém, quando realmente nos desligávamos, a coisa fluía, o leite fervia, a vida caminhava.

Hoje, ninguém fica em casa por um telefonema, mas piorou. Tem email, msn, facebook, whatsApp, e por aí vai. O celular sempre à mão, a neurose andando com você pra todo canto. E o leite não ferve…

Acontece também de você se esmerar na aparência com esperança de esbarrar no grande amor, na fulana que te desprezou, no canalha que te quer como amiga. Então ajeita o cabelo, dá um jeito pra maquiagem parecer linda e casual, capricha no perfume… e com isso faz as chances de encontrá-lo(a) na esquina despencarem. Esqueça baby. O grande amor, a fulaninha ou o canalha estão predestinados a cruzarem seu caminho nos dias de cabelo ruim, roupa esquisita e vegetal no cantinho do sorriso.

Do mesmo modo, se quiser engravidar, pare de desejar. Não contabilize seu período fértil e desista de armar estratégias pro destino. Continue praticando esportes radicais, indo à balada, correndo maratonas. Na hora que ignorar de verdade, dará positivo.

A vida - como o leite - não está nem aí pra sua pressa, pro seu momento, pra sua decisão. Por isso você tem que aprender a confiar. A relaxar. A tolerar as demoras. A não criar expectativas. A fazer como minha mãe: I.g.n.o.r.a.r…

E lembre-se: Tem gente que prefere ser lagarta a borboleta. Sem paciência com os ciclos, destrói seu casulo antes do tempo e não aprende a voar…

sábado, 5 de dezembro de 2015

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Já perdoei erros quase imperdoáveis, mas a vida é muito para ser insignificante

Sandra Domingues 

"Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas que eu nunca pensei que iriam me decepcionar, mas também já decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, e amigos que eu nunca mais vi.
Amei e fui amada, mas também já fui rejeitada, fui amada e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, e quebrei a cara muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só para escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida.
E você também não deveria passar!
Viva!!
Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante." 

Charles Chaplin

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

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Edilson Barros tinha razão: "O CORNO É O ÚLTIMO A SABER"

* Postado por Edilson Barros em 19/11/2014 no seu perfil do Facebook

Por Sandra Domingues 

Mais menino, não é que o cabra tinha razão em dizer que o CORNO é o último a saber! Será que ele já sabe que ele não era o único na vida da Pretty Woman? 

Em entrevista concedida ao Tribuna do Ceará, no dia em que completa 1 ano dessa triste tragédia, o delegado responsável pelo caso diz:

“Nada dela eu me admirei, sou professor de criminologia na Academia de Polícia Civil do Estado e constatei nela o perfil de uma sociopata, mas o que me chamou atenção nisso tudo foi a capacidade que ela teve de criar e elaborar esse plano. Vi também que ela já traía o marido há muito tempo, e não era com uma só pessoa. Ela trocava diversas fotos nuas via WhatsApp com eles”. O delegado Wilder Brito preferiu não evidenciar por se tratar da vida pessoal da ré.

Uma coisa é certa...se não fosse o trabalho diário e continuo, por meses e meses...desde o primeiro dia do ocorrido...feito pelos membros do grupo JUSTIÇA É O QUE SE BUSCA, com protestos, emails, abaixo-assinado, envios de fotos, prints...etc...etc...etc...e cobrança continua da aplicação da justiça...esse seria SÓ MAIS UM entre tantos outros casos de crimes sem castigos e casos sem solução! Algumas semanas após o crime ninguém mais ouviria falar sobre esse, que ficou conhecido como caso Lewdo Bezerra.

Parabéns ao advogado, delegado, peritos, promotor, juíza, e Justiça Cearense!!!!

Orgulhosa do empenho e de todo trabalho que foi feito pelo Grupo Justiça é o que se Busca. Agradeço também ao Dr. Walmir Medeiros e Dr. Wilder Brito Sobreira por nos apoiarem e acreditarem na nossa luta...e darem as respostas que tantos buscávamos.

"Quando a sociedade se cala a impunidade ganha voz" (Sandra Domingues)

Mas ainda aguardamos a apuração do envolvimento do amante nesse caso, pois é óbvio e notório a participação dele na articulação desse crime, são inúmeras as evidências que o colocam como có-autor. Na véspera do trágico ocorrido Cristiane Renata Coelho enviou para o amante uma foto de um rato e veneno para matar ratos, ao passo que esse respondeu: MASSA!

* No dia 19/11, passados 8 dias da tragédia, que vitimou o pequeno Lewdo Ricardo, com o subtenente Lewdo Bezerra em coma, Adilson Barros, o amante de Cristiane, tripudiava em seu perfil no facebook, parodiando o seriado Auto da Compadecida, onde em uma das cenas o João Grilo diz:

-Rapaz, se o padeiro descobre você se lasca!
-Descobre naaaaada, rapaz. O corno é sempre o último a saber.


Confiram no link a seguir, a reportagem concedida pelo delegado, responsável pelo caso, na data em que completa 1 ano desse trágico crime: Tribuna do Ceará


terça-feira, 10 de novembro de 2015

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1 ano sem o pequeno Lewdinho...que a justiça seja feita

 
Artes: Solange Vieira

Por Sandra Domingues 

No dia 11 de novembro de 2014 acontecia a triste tragédia que vitimou o pequeno autista de 9 anos Lewdo Ricardo Coelho Severino, que foi envenenado, pela própria mãe, com chumbinho, veneno esse colocado dentro da mamadeira, no milkshake de morango, o preferido da criança. O crime aconteceu no bairro Dias Macedo, em Fortaleza-CE.

Ativistas do Grupo Justiça é o que se Busca, em São Paulo, que veem acompanhando o caso desde o primeiro dia e lutando para que a justiça seja feita, marcaram uma missa de 1 ano para o pequeno Lewdinho que será realizada amanhã (11/11) às 20h na igreja São Judas Tadeu, zona Sul de São Paulo.

Nessa semana que completa  1 ano da tragédia o subtenente Francileudo Bezerra Severino deu uma entrevista ao Tribuna do Ceará, que fez a cobertura completa do caso, nela ele fala de como tem sido sua rotina com o outro filho do casal, o pequeno Lucas, que agora está sob a sua guarda…e verdadeiramente protegido. 

Vejam no link a seguir: Tribuna do Ceará


Do ocorrido:

O pequeno Lewdo Ricardo Coelho Severino, de apenas 9 anos, foi morto, envenenado com chumbinho, colocado no sorvete, pela própria mãe, Cristiane Renata Coelho. Além de matar o filho envenenado, Cristiane também envenenou o marido, o subtenente do Exército Brasileiro Francileudo Bezerra Severino

A assassina os viu agonizar e quando estava certa de que estavam mortos chamou o resgate. Com a chegada da polícia, uma vez que o subtenente ainda estava vivo, foi dado a ele voz de prisão, mesmo em coma, diante das falsas acusações da esposa, que imputou a esse a autoria do crime, ocorrido na madrugada de 11/11/2014, no bairro Dias Macedo, em Fortaleza-CE.

O inquérito policial, presidido pelo delegado Dr. Wilder Brito, foi finalizado e entregue ao Ministério Público no dia 27 de abril de 2015, sendo Cristiane indiciada por matar um dos filhos do casal e tentar assassinar o marido. No dia 04 de maio promotor de Justiça Humberto Ibiapina a pronunciou e no dia 07 a juíza Daniela Lima da Rocha, da 3ª Vara do Júri do Fórum Clóvis Beviláqua, em Fortaleza  acatou a denuncia e expediu o mandado de prisão. Cristiane foi presa no dia 08 de maio de 2015 e deve aguardar o julgamento presa.

Em 29/09/2015, a 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) negou pedido de liberdade para Cristiane.

A juíza Daniela Lima da Rocha pronunciou em 05/10/2015 Cristiane Renata Coelho por homicídios triplamente qualificados. Assim, a ré será submetida a julgamento pelo Tribunal Popular do Júri, porém o julgamento ainda não tem data marcada.

Cristiane Renata Coelho responderá por homicídio e tentativa de homicídio triplamente qualificado e pode pegar de 12 a 30 anos de prisão, em regime fechado.

Confiamos no excelente trabalho feito pelo Dr. Walmir Medeiros, advogado do subtenente, do delegado, promotor, peritos e juíza, envolvidos nesse crime trágico e esperamos que a justiça seja feita e todos os envolvidos paguem pela monstruosidade praticada contra esse anjo inocente!

Que o pequeno Lewdinho possa descansar em paz e Deus restitua a vida do subtenente Lewdo e do pequeno Lucas. Que todos os momentos de dor e sofrimento pelos quais pai e filho passaram sejam revertidos em forma de bênçãos e que sejam muito felizes.



segunda-feira, 5 de outubro de 2015

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Participação de Sandra Domingues em Orestes - O Filme


Em cartaz nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Fortaleza e São Luis. 

Em fevereiro de 2013 fui convidada para participar do Elenco do Filme “Orestes”, que mistura ficção com realidade. Foi uma experiência muito difícil, visto que estava em meio a pessoas dos “Direitos Humanos”, vítimas, torturadas e familiares de vítimas que foram mortas, na época da Ditadura. Também participaram da trama familiares de vítimas, de “supostos” marginais, mortos por policiais, sendo que um dos casos, acompanhados pelo Grupo Justiça é o que se Busca, era do filho do Daniel Eustaquio de Oliveira, que conseguiu provar a inocência do filho César, morto em 2012, sendo que os 6 PMs acusados foram julgados e condenados em janeiro desse ano, e eu que defendia as vítimas de: Homicídio, Latrocínio, Trânsito, Erro Médico, Bala Perdida…enfim, vítimas da violência.

Foram 4 finais de semana de gravação, um mês, que mais pareceu um ano…e mexeu demais com todos os participantes, pois cada um, dentro da sua ótica, enxergava a situação de uma maneira diferente. Atuei representando a dor de 500 famílias, de casos acompanhados pelo Grupo Justiça é o que se Busca e tomei como minha a dor de cada pai, cada mãe, que ali defendia, citando em especial o caso das 12 crianças mortas dentro de uma escola em Realengo, no Rio de Janeiro. 

Foi sem duvida, uma experiência muito difícil, mas agradeço o convite do Rodrigo Siqueira e o carinho de todos os participantes, em especial à Marisa Greeb e José Roberto Michelazzo, que ao final da dramaturgia entenderam a minha posição, uma vez que fui totalmente coerente e fiel as minhas convicções e àquilo que acredito e defendo, ainda que não tenha conseguido retratar com fidelidade o meu “ponto de vista” sobre à Pena de Morte.

O Filme misturou ficção e realidade, inventando um crime a partir de fatos reais e o levou a um debate público e a tribunais do júri simulados. O documentário, com cenas nada ensaiadas, foi gravado no prédio vazio do DOI-Codi de São Paulo e no Teatro Taib, no Bom Retiro.


SINOPSE: A filha de uma militante política traída e executada, um policial, uma defensora da pena de morte, um ex-preso político, pais que perderam seus filhos, um advogado, um promotor e uma enfermeira que lida diariamente com o resultado da violência são alguns dos personagens que se confrontam nesta reflexão sobre os mecanismos da justiça e as possibilidades de resgate das culpas e dívidas de várias gerações. Fantasmas da ditadura, posições antagônicas sobre responsabilidade, ética e punição e os próprios ritos, tanto dos tribunais como da tragédia grega, são passados no fio da navalha.

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TJ-CE nega liberdade à assassina que matou o filho com sorvete envenenado

Arte: Solange Vieira

Esperamos que esse monstro, em corpo de mulher, aguarde o julgamento presa, seja condenada à pena máxima e responda pelos crimes cometidos.
Aguardamos ainda que "outros" (amante, irmã, sobrinha) "envolvidos" nesse crime macabro também sejam investigados e devidamente punidos. A morte do pequeno Lewdinho não pode ficar IMPUNE!

Continuamos acompanhando o caso, e acreditando que a JUSTIÇA será feita!


Matéria: G1 Ceará

A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Ceará negou pedido de liberdade para Cristiane Renata Coelho Severino Coelho, acusada de matar o filho com sorvete envenenado e de tentar assassinar o ex-marido, o subtenente do Exército Francileudo Bezerra. A decisão foi tomada por unanimidade na sessão do dia 29 de setembro. Cristiane Coelho foi denunciada por homicídio triplamente qualificado (motivo fútil, meio cruel e recurso que dificulte a defesa da vítima).

De acordo com decisão do relator, desembargador Haroldo Correia de Oliveira Máximo, a prisão da acusada deve ser mantida pela pela periculosidade do crime cometido. O magistrado destacou que há necessidade de prisão “para o fim de resguardar a ordem pública, pois a acusada [Cristiane], teria, em tese, planejado, com meses de antecedência, a morte de seu companheiro, e mais grave, de seu filho".

A defesa de Cristiane pediu a revogação da prisão preventiva pela aplicação e medida cautelar alegando constrangimento ilegal pela falta de fundamentação no decreto prisional. Quanto a aplicação de medidas cautelares, o relator entendeu que é inadequado a substituição. "Justifica-se em razão da gravidade concreta da conduta, não se mostrando, pois, suficiente para atender às exigências do caso".

De acordo com denúncia do Ministério Público do Estado (MPCE), a ré teria administrado veneno (chumbinho) para o esposo e filho, e logo após simulado uma suposta agressão física para incriminar o marido. No entanto, Francileudo sobreviveu, após ficar vários dias em coma, e negou a acusação da mulher. Depois de acareação entre o casal, ficou revelada a inconsistência da versão de Renata.

Cristiane Coelho teve a prisão preventiva decretada em 5 de maio, pela juíza Daniela Lima da Rocha. A juíza também determinou a quebra de sigilo do perfil social em rede social (Facebook) e de e-mails da acusada e da vítima Francileudo Bezerra, relativos ao período de julho de 2013 a janeiro de 2015. A juíza entendeu que o "interesse público deve se sobrepor à proteção constitucional do sigilo individual, para aferição de possível coautoria do delito".

Na decisão, a juíza ressaltou que os laudos periciais somados aos depoimentos e acareações "demonstram, sem margem de dúvida, a materialidade delitiva, prova de onde também exsurgem mais do que indícios de que Cristiane Renata Coelho Severino utilizou-se de veneno para rato, conhecido popularmente por chumbinho, para ceifar a vida do filho e tentar contra a vida do marido”.

Cristiane Coelho foi indiciada no dia 27 de abril por tentativa de homicídio triplamente qualificado contra o então marido, e por homicídio triplamente qualificado do filho. Com a decisão, Cristiane passou à condição de ré em ação penal e tem prazo de 10 dias para apresentar a defesa das acusações.
Entre os agravantes dos crimes estão motivo torpe, com emprego de veneno, com recurso que torna impossível a defesa, além da vítima ser criança e filho de Cristiane. Se condenada, Cristiane Coelho pode pegar até 30 anos de prisão.

O crime

Na madrugada de 11 de novembro de 2014, o subtenente do Exército Francileudo Bezerra e seu filho Lewdo Bezerra ingeriram veneno para rato conhecido como "chumbinho". A substância foi encontrada no sifão da pia da cozinha da casa do casal.  O pai ficou internado durante 32 dias no Hospital Geral do Exército, em Fortaleza, dos quais em coma por uma semana, e se recuperou.

O militar chegou a ser apontado como suspeito de homicídio, porque no primeiro depoimento a mulher, Cristiane, contou à polícia que ele tinha matado o filho com tranquilizantes e tentado se matar, além de agredi-la. "A Cristiane, que dizia ter sido espancada pelo marido, matou o filho envenenado fazendo uso de sorvete de morango. Não há mais dúvida", afirmou o delegado Wilder Brito, presidente do inquérito.

A motivação do crime, de acordo com as investigações, seria um seguro do Exército de cerca de R$ 150 mil, os soldos do militar e um outro seguro que o subtenente havia feito em nome do filho mais velho. “Ela era a principal beneficiária. O pessoal do Exército, os militares, têm um seguro e ela seria a principal beneficiária. Além disso, além do seguro, ela seria  pensionista do Exército, ela não precisaria trabalhar, todo mês o dinheiro ia cair na conta dela”, disse Francileudo Bezerra, em entrevista.

Investigação

A perícia realizada nos equipamentos eletrônicos usados pelo casal - como notebooks e celulares-, aponta que a mãe da criança fazia pesquisas na internet sobre como envenenar pessoas com chumbinho desde o dia 29 de outubro. "Ela pesquisou como matar uma pessoa envenenada, de como seria a dosagem (...). O tempo para matar uma pessoa envenenada dura de 30 minutos a duas horas, dependendo da dosagem, do aspecto físico da pessoa. No caso da criança, é de 30 minutos. Ela estudou tudo isso durante o período em que ela dizia que estava dormindo", diz.

O documento detalha os termos de busca: "quanto tempo leva para morrer quem ingeriu chumbinho?"; "abordagem dos envenenamentos e das dosagens excessivas de medicamentos"; "matou mulher e ingeriu chumbinho"; "menina de 12 anos morre após ingerir chumbinho em Paulista"; "os elementos da morte" e "suicídio".

"Com a extração dos primeiros dados, nós percebemos que ela também ficou em redes sociais após a morte do filho, discutindo com os internautas, com as pessoas que estavam em uma rede social. Ela montou uma estrutura de defesa para ela. Mas se ela era a vítima, porque aquele comportamento sempre de defesa?”, questiona o delegado. De acordo com Wilder Brito, o planejamento do crime começou em junho de 2014.

Depois de cinco meses, o delegado Wilder Brito não tem dúvidas de que a mãe é responsável pelo assassinato do filho de 9 anos. "Não há uma prova, é um conjunto de provas que demonstra cabalmente que fica impossível a defesa fazer contestações (...). Cada laudo complementa o outro", explica o delegado.


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

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Sergio Gadelha de volta pra Cadeia

Arte: Solange Vieira

Por Sandra Domingues

Na tarde desta terça-feira (13) a 6ª Câmara Criminal do Palácio da Justiça decidiu por unanimidade que Sergio Brasil Gadelha, assassino confesso de Hiromi Sato, voltasse a cumprir prisão na cadeia. 


Familiares, amigos da secretária executiva Hiromi Sato e integrantes do Grupo Justiça é o que se Busca acompanharam o julgamento do recurso interposto pela defensoria Pública e com satisfação receberam a decisão dos desembargadores, que não hesitaram em manter a sentença anterior e determinaram que o assassino fosse imediatamente levado de volta para a prisão, lugar de onde não deveria ter saído. Com o resultado do recurso o delegado presente se dirigiu de imediato à residência do assassino, para cumprir o mandado de prisão.

Sergio Gadelha, por ser advogado, estava preso em uma sala de estado-maior, no Regimento de Cavalaria 9 de Julho da Polícia Militar, mas ficou pouco mais de um ano preso. A Defensoria Pública entrou com um recurso no STJ (Superior Tribunal de Justiça), em Brasília alegando que não tinha sido intimada para o julgamento. O que resultou na anulação da prisão e com isso o assassino voltou a cumprir prisão domiciliar.

Porém, graças ao brilhante trabalho da Promotora de Justiça,  Dra Solange Azevedo Beretta da Silveira e do assistente de acusação Dr. Marco Aurélio Gonçalves Cruz, vimos a justiça na tarde de hoje ser feita.

Do crime:

Hiromi Sato, de 57 anos, foi morta no dia 20 de abril de 2013 pelo marido, o advogado Sergio Brasil Gadelha, na ocasião com 74 anos, em Higienópolis, bairro nobre da capital paulista.

Sérgio Gadelha foi apresentado ao Tribunal do Júri no dia 9 de agosto de 2013. A primeira audiência de instrução criminal ocorreu três meses após o crime bárbaro. Gadelha teve prisão preventiva decretada pelo juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri por homicídio triplamente qualificado, mas obteve o direito de ficar em prisão domiciliar. Apanhado em flagrante, passou apenas dois dias atrás das grades. Depois, foi para uma clínica de recuperação de viciados. E voltou a viver no apartamento de Higienópolis, São Paulo, onde o crime ocorreu.

Várias manifestações feitas por familiares, amigos de Hiromi e integrantes do Grupo Justiça é o que se Busca foram realizadas em frente ao prédio de Gadelha, pedindo a prisão do assassino.


Em 30/01/2014 os desembargadores do TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo) decidiram revogar a prisão domiciliar e Sérgio Gadelha foi conduzido para o Regimento de Cavalaria 9 de Julho da Polícia Militar, onde permaneceu até abril desse ano, quando conseguiu novamente voltar a cumprir prisão domiciliar.



Com a revogação da prisão domiciliar ocorrida na tarde de hoje (13/08/2015) esperamos que Sergio Gadelha aguarde o julgamento preso, que o júri popular seja marcado e o assassino julgado e condenado.

Sérgio Brasil Gadelha foi indiciado por homicídio triplamente qualificado: motivo torpe, meio cruel e incapacidade de defesa da vítima. O assassino poderá pegar de 12 a 30 anos de prisão. 
      

quinta-feira, 30 de julho de 2015

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Resposta do e-mail enviado ao Procurador Geral de Justiça do Estado de São Paulo "Caso Pedrinho"


Nosso clamor sempre chega ao destino certo…e continuo afirmando:

“Quando a Sociedade se cala a Impunidade ganha voz”

Pedrinho, não nos calaremos até que a “justiça” seja feita!

O caso estava, na minha maneira leiga de entender, “engavetado”, visto que o Procurador da República que atuava no caso foi aposentado, mas diante do nosso clamor, o processo será redistribuído e, ainda que tardiamente, julgado…ou seja, os dias de impunidade para o casal Kátia Marques e Juliano Gunello, mãe e padrasto do Pedrinho, estão contados. A justiça há de ser feita e os assassinos, julgados e condenados, hão de pagar pelo crime cometido, contra esse anjo inocente.

Agradeço a todos que assinaram o abaixo-assinado e compartilharam.

De: CAOCRIM caocrim@mpsp.mp.br
Para: srsdomingues@terra.com.br
Assunto: RESPOSTA EMAIL (PGJ-SP) - CASO PEDRINHO - 7 ANOS DE IMPUNIDADE
Data: 29/07/2015 17h19min01s UTC

Sra. Sandra Domingues,

Em atenção ao requerimento de intervenção do Procurador Geral de Justiça do Estado de São Paulo, no sentido de agilizar o processo envolvendo a morte da criança Pedro Henrique Marques Rodrigues, informamos que o Ministério Público de São Paulo (MPSP) está acompanhando o caso com a atenção devida, além de estar adotando todas as medidas judiciais cabíveis.

Ressaltamos que este órgão ministerial vem atuando com fervor, tanto que o Tribunal de Justiça de São Paulo acolheu recurso do MPSP e revisou a tipificação do crime e a pena imposta aos réus, requalificando o fato como crime de TORTURA no lugar de maus tratos.

Informamos, ainda, que estamos atuando em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF), em razão da tramitação do processo no Superior Tribunal de Justiça (STJ), tendo, inclusive, o MPSP feito contato direto com o setor responsável pelo feito na esfera federal.
Nesta oportunidade, tomamos conhecimento de que o processo está no gabinete do Min.Ericson Maranho para elaboração de voto e que o Procurador da República que atuava no feito foi aposentado. No entanto, o MPF já está tomando as medidas cabíveis para que o processo seja distribuído a um novo Procurador da Republica após emissão do voto pelo Min. Ericson Maranho.

O sistema judicial brasileiro é peculiar e complexo e a morosidade decorre, especialmente, da grande quantidade de processos e do déficit de funcionários.

Sabemos que a morosidade do Judiciário não é justificativa, mas infelizmente é uma realidade que somos obrigados a conviver. Isto porque, atualmente, não se consegue julgar os processos em andamento na mesma velocidade em que surgem os novos, ocasionando, assim, a demora dos julgamentos e transmitindo à população a sensação de impunidade.
No entanto, o MPSP está fazendo tudo para a conclusão do processo com a devida e correta punição.

Ocorre que o cumprimento das normas de direito penal é necessário.

Deve-se compreender, também, que no Brasil, em razão de princípios constitucionais, ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente.

E para que a autoridade judiciária competente, leia-se: juiz, decrete a prisão de qualquer pessoa é necessário cumprir alguns requisitos.

No caso do processo Pedrinho é necessário aguardar o trânsito em julgado da decisão condenatória, ou seja, esgotar todos os recursos, tendo em vista que o Poder Judiciário entendeu não estarem presentes os pressupostos para prisão preventiva, como por exemplo, aplicação da lei penal (como no caso de fuga), para a investigação ou a instrução criminal (não é o caso do processo, uma vez que estas fases investigação e instrução já foram esgotadas) e para evitar a prática de novas infrações penais (reiteração de condutas).

Em outras palavras, pela nossa legislação, os culpados só podem ser mantidos no cárcere, neste caso, após julgamento de todos os recursos, salvo se sobrevier um dos pressupostos que autorizem a prisão, como por exemplo, fuga dos réus.

O MPSP informa que está dispensando todo o cuidado e atenção necessários ao processo, além de estar acompanhando todas as fases.
Ficamos à disposição para quaisquer esclarecimentos que sejam necessários.

Atenciosamente,

CAO Criminal - Centro de Apoio Operacional às Promotorias Criminais 

Ministério Público do Estado de São Paulo
Rua Riachuelo, 115, 07º andar, sala 747, Centro, São Paulo/SP, Brasil, Cep 01007-904
(55)(11) 3119-9921
caocrim@mpsp.mp.br

domingo, 26 de julho de 2015

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Caso Lewdo: Laudo nega que ex-esposa do subtenente tenha ingerido medicamentos no dia do crime

Arte: Solange Vieira 

E AGORA DR. PAULO QUEZADO?
Como o senhor pretende tirar sua "cliente" da cena do crime ?

Por Sandra Domingues

Os laudos apontam que a assassina Cristiane Renata Coelho, vulgo "mulher linda" NÃO INGERIU bebidas alcoólicas e nem medicação alguma na noite do crime, como a mesma alegou, para sustentar sua farsa e imputar a autoria do crime ao, até então, marido.


E pior, a ordinária assassina estava lucida e sóbria, viu o filho, de apenas 9 anos, o qual ela envenenou com chumbinho, agonizar e morrer...e não fez absolutamente nada para salvá-lo.

Hoje, a assassina encontra-se reclusa no presídio feminino Auri Moura Costa, em Aquiraz, onde esperamos que aguarde o julgamento presa, e não porque simplesmente queremos, mas sim porque ela merece ficar onde está.

Cristiane Renata é a própria encarnação do demônio! 

Uma mãe que teve coragem de envenenar o filho com veneno para matar ratos, ingerido na mamadeira com sorvete, vê-lo agonizar, saber que o veneno está corroendo a criança por dentro e nem assim o remorso lhe tocar o coração e tentar socorrê-lo, não é digna de carregar a alcunha de mãe e muito menos de responder o processo em liberdade.

A família do subtenente Lewdo Bezerra, amigos e a sociedade exigem que a justiça seja feita, que a assassina aguarde o julgamento presa, seja julgada e condenada à pena máxima!



Do ocorrido:

O pequeno Lewdo Ricardo Coelho Severino, de apenas 9 anos, que era autista, foi morto, envenenado com chumbinho, colocado no sorvete, pela própria mãe, Cristiane Renata Coelho. Além de matar o filho envenenado, Cristiane também envenenou o marido, o subtenente do Exército Brasileiro Francileudo Bezerra Severino. Os viu agonizar e quando estava certa de que estavam mortos chamou o resgate. Com a chegada da polícia, uma vez que o subtenente ainda estava vivo, foi dado a ele voz de prisão, mesmo em coma, diante das falsas acusações da esposa, que imputou a esse a autoria do crime, ocorrido na madrugada de 11/11/2014, no bairro Dias Macedo, em Fortaleza-CE.

O inquérito policial, presidido pelo delegado Dr. Wilder Brito, foi finalizado e entregue ao Ministério Público no dia 27 de abril, sendo Cristiane indiciada por matar um dos filhos do casal e tentar assassinar o marido. 

No dia 04 de maio promotor de Justiça Humberto Ibiapina a pronunciou e no dia 07 a juíza Daniela Lima da Rocha, da 3ª Vara do Júri do Fórum Clóvis Beviláqua, em Fortaleza acatou a denuncia e expediu o mandado de prisão. Cristiane foi presa no dia 08 de maio de 2015.

Cristiane Renata Coelho responderá por homicídio e tentativa de homicídio triplamente qualificados e pode pegar de 12 a 30 anos de prisão, em regime fechado.



quinta-feira, 23 de julho de 2015

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Nos próximos dias a Justiça do Ceará decidirá se Cristiane Coelho irá à Júri Popular

Foto arquivo pessoal Gleidesvekki Vekki

Por Sandra Domingues, com informações do G1

Na tarde desta quarta-feira (22) aconteceu a 2ª oitiva do caso Lewdo Bezerra no Fórum de Fortaleza-CE


Com esses depoimentos todas as testemunhas foram ouvidas. Defesa e acusação terão um prazo de cinco dias para as considerações finais. Após esse prazo, o juiz decide se Cristiane Renata Coelho vai ou não a júri popular.

Familiares e amigos do subtenente Francileudo Bezerra estiveram presentes para prestarem apoio e solidariedade. Os manifestantes vestiam a camiseta do Grupo Justiça é o que se Busca, de São Paulo, que vem acompanhando o caso desde o inicio e lutando para que a Justiça seja feita pelo pequeno Lewdinho, de apenas 9 anos, morto envenenado com chumbinho, pela própria mãe.

Do ocorrido:

O crime aconteceu em novembro de 2014, no Bairro Dias Macedo, em Fortaleza. Cristiane Renata Coelho acusou o marido, o subtenente do exército Francileudo Bezerra Severino, de tentar envenená-la com remédios e de envenenar o próprio filho, de 9 anos. Na ocasião, Cristiane disse ainda à polícia que o subtenente teria tentado se matar em seguida.

O subtenente passou semanas em coma no Hospital Militar. O laudo do Insitituo Médico Legal trouxe uma reviravolta no caso: Francileudo Bezerra e o filho, Lewdo Ricardo, tinham sido envenenados com chumbinho, um veneno para matar ratos.
Quando o subtenente acordou do coma, ele negou o crime. Durante as investigações, a polícia descobriu que Cristiane pesquisou na internet sobre como envenenar uma pessoa com chumbinho. Desde então, ela passou a ser considerada a principal suspeita.

Em abril deste ano, o laudo da polícia foi concluído e apontou Cristiane como responsável pela morte do filho mais velho, que era autista. Depois disso, Francileudo conseguiu a guarda do filho mais novo do casal, de 5 anos, que até então estava no Recife, com a mãe. 

Em maio, Cristiane teve a prisão decretada pela polícia e chegou a ser considerada foragida. Dias depois ela se entregou e, atualmente, está no presídio feminino Auri Moura Costa, em Itaitinga.

Alguns dos motivos pelos quais a assassina deve ser pronunciada à júri popular:

- Cristiane articulou, planejou e premeditou o crime contra o marido e o filho;
- Envenenou a criança e o marido com chumbinho;
- Viu a criança agonizar e morrer e não fez nada para salvá-lo;
- Se autoflagelou para imputar ao marido a autoria do crime;
- Mentiu para a polícia e em depoimentos;
- Alegou que foi obrigada a ingerir vinho e tranquilizantes, quando os laudos apontam ela não ingeriu uma gota sequer da medicação ou do produto alcoólico;
- Dificultou o trabalho da polícia e da perícia;
- Não colaborou com as investigações, visto que faltou em audiências, destruiu e forjou provas...

Queremos que a assassina aguarde o julgamento presa, seja julgada, condenada e cumpra o tempo de pena determinada, sem brechas, sem atenuantes, pois para o pequeno Lewdinho não foi dada uma segunda chance.

QUEREMOS JUSTIÇA POR LEWDO E LEWDINHO!









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Caso Lewdo: Justiça nega revogação de prisão para acusada de matar o filho

Arte: Solange Vieira

O juiz Ely Gonçalves Júnior, em respondência pela 3ª Vara do Júri do Fórum Clóvis Beviláqua, negou pedido de revogação da prisão de Cristiane Renata Coelho, acusada de matar envenenado o filho Lewdo Ricardo Coelho Severino, de nove anos, e de tentar assassinar o ex-marido, Francileudo Bezerra Severino, subtenente do Exército Brasileiro. O indeferimento ocorreu durante audiência realizada na tarde desta quarta-feira (22/07).

Na ocasião, o magistrado também ouviu Cristiane Renata e uma testemunha do caso. Ao todo, em Fortaleza, já foram ouvidas oito testemunhas e três peritos. A ré também requereu a oitiva de testemunhas em Recife. Ao final da sessão, o juiz determinou a abertura de memoriais escritos, com prazo de dez dias para que as partes, Ministério Público do Estado (MP/CE) e defesa, se pronunciem. Somente então, é que o juiz definirá se Cristiane Renata vai ou não a júri popular. É a chamada “sentença de pronúncia”, ainda sem data para ocorrer.

Enquanto o processo tramita, Cristiane está reclusa no presídio feminino Auri Moura Costa, em Aquiraz. Ela chegou à audiência escoltada por policiais e não falou com a imprensa.

O CASO

Consta nos autos (nº 0038155-08.2015.8.06.0001) que o crime ocorreu na madrugada de 10 de novembro de 2014, na rua Um do Conjunto Napoleão Viana, no bairro Dias Macedo, em Fortaleza.

Segundo a denúncia do Ministério Público (MP/CE), a versão inicial, dada por Renata, é que Francileudo haveria ingerido veneno para rato (chumbinho) depois de ter matado o próprio filho e, com uso de violência física, forçado a esposa a drogar-se. Ele também teria postado uma despedida em uma rede social.

No entanto, Francileudo sobreviveu e negou as acusações. Também ficou constado que a suposta postagem no Facebook havia sido editada no período em que ele estava hospitalizado e inconsciente. A acareação entre o casal revelou ainda a inconsistência da versão de Renata.

Ficou apontando também que a ré foi autora de pesquisa na Internet sobre como envenenar pessoas com chumbinho, corroborando com conclusão, emitida em laudo, de que ela manipulou e administrou o veneno que matou o filho e quase levou o marido a óbito.

Fonte: TJCE
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